sexta-feira, janeiro 19, 2007

As intermitências da morte

O título do meu post é também um livro do Saramago que muito me impressionou! Imaginem que a morte acabava! Uma pessoa continuava a ficar velha e mais podre que nunca, mas não havia maneira de bater a bota! O verdadeiro caos na sociedade! Aconselho vivamente todos os rouxinois a ler este livro!
Vamos todos morrer, porque respiramos! Isto é ciêntifico. Basta esperar que a vida não se esqueça de levar primeiro os mais velhos que os mais novos! Mas mesmo esta regra precisava de ser mudada. Porque não: leva primeiro os maus e deixa os bons. Porque o que importa não é o tempo que temos neste mundo, mas sim o que fazemos com esse tempo.
O bem e o mal, poderão ser assim tão difíceis de distinguir. Não posso acreditar que assim seja, mas cada vez mais acho que assim é. E é tão difícil. De certeza que se passeiam entre nós mentes brilhantes. Que nos ilucinam e que nos mostram o caminho. Aqui há uns tempos atrás, um paquistanês disse-me:"hoje já não há profetas". Será mesmo assim?? Ou será que hoje em dia, os escutamos cada vez menos?? Com esta corrida que a ciência promove há séculos para evitar falar-se de Deus, talvez tenhamos esquecido um pouco as nossas origens. Para aonde vamos! Digo isto hoje em mais um post estranho, porque acredito que a vida é fácil. Nós é que a tornamos difícil! Com os nossos stresses, problemas, medos, orgulhos, ambições...Ontem fui ver o filme Babel e fiquei cada vez mais com a certeza que o problema que este Planeta tem é a falta de comunicação que temos uns com os outros! Em tempos de mails, blogs, sms...! É uma pena que assim seja. Abençoados os tempos das pinturas nas paredes e dos sinais de fumo!

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